DEFINIÇÕES SOBRE O
ATO DE BRINCAR
Ao logo da história da humanidade, foram
inúmeros os autores, que se
interessaram direta ou indiretamente, pela questão do brincar, do jogo,
do brinquedo e da brincadeira.
Brincar,
segundo o dicionário Ferreira (2003),
é "divertir-se, recrear-se, entreter-se, distrair-se, folgar", também
pode ser "entreter-se com jogos infantis", ou seja, brincar é algo
muito presente nas nossas vidas, ou pelo menos deveria ser.
Do ponto
de vista de Oliveira (2000) o
brincar não significa apenas recrear, mas sim desenvolver-se integralmente.
Caracterizando-se como uma das formas mais complexas que a criança tem de
comunicar-se consigo mesma e com o mundo, ou seja, o desenvolvimento acontece
através de trocas recíprocas que se estabelecem durante toda sua vida. Todavia,
através do brincar a criança pode desenvolver capacidades importantes como a
atenção, a memória, a imitação, a imaginação, ainda propiciando à criança o
desenvolvimento de áreas da personalidade como afetividade, motricidade,
inteligência, sociabilidade e criatividade.
O jogo
pelo ponto de vista educacional, segundo Antunes (2003)
significa divertimento, brincadeira, passatempo, pois em nossa cultura o termo
jogo é confundido com competição.
Para Kishimoto (2002) o
brinquedo é diferente do jogo. Brinquedo é uma ligação intima com a criança, na
ausência de um sistema de regras que organizam sua utilização.
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